Procon Goiânia aponta variação de até 203,03% em preços de produtos de pesca, camping e lazer
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Procon Goiânia aponta variação de até 203,03% em preços de produtos de pesca, camping e lazer

Levantamento do Procon Goiânia revela diferenças de preços que chegam a 203,03% em itens de pesca, camping e lazer comercializados na capital, reforçando a importância da pesquisa de preços para o consumidor economizar no momento da compra. A maior discrepância foi registrada no Anzol 5/0 MS (20 unidades), encontrado por R$ 6,60 em um estabelecimento e por R$ 20,00 em outro, seguido pela Linha 100 m 0,40 mm, com variação de 198%, vendida entre R$ 5,00 e R$ 14,90.

Outros produtos com variações expressivas incluem a Vara Saint (170,03%), cujo preço oscilou de R$ 99,99 a R$ 270,00; o Colchão Zenit Casal com bomba (161,81%), com valores entre R$ 199,00 e R$ 521,00; e o Canivete Modelo Indian Nautika (136,05%), encontrado entre R$ 69,90 e R$ 165,00. Considerando apenas esses cinco itens, o consumidor pagaria R$ 380,49 ao optar pelos menores preços e R$ 990,90 se comprasse pelos maiores valores, uma diferença de R$ 610,41.

O estudo também apontou produtos com pouca variação entre lojas. O Colete Salva-Vidas Hyper-Pesca 90 kg registrou a menor oscilação, de 4,17%, seguido pelo colete de 40 kg (6,28%), o Fogareiro Apolo Nautika (11,82%), o colete de 20 kg (18,89%) e o Anzol 2/0 MS (caixa com 100 unidades), com 32,08% de variação. Nessa amostra, comprar pelos menores preços resultaria em gasto de R$ 395,90, enquanto adquirir pelos maiores valores elevaria o total a R$ 438,70 — uma economia potencial de R$ 42,80 para quem pesquisa antes de comprar.

O Procon Goiânia orienta os consumidores a sempre verificar qualidade, data de validade, integridade da embalagem e compatibilidade de voltagem, quando aplicável, além de solicitar nota fiscal e, sempre que possível, testar o funcionamento do produto no estabelecimento. O órgão lembra que, durante o prazo de garantia, defeitos devem ser encaminhados à assistência técnica, que tem até 30 dias para solucionar o problema; caso o vício não seja sanado, o consumidor pode exigir substituição, restituição do valor pago ou abatimento proporcional, conforme o Código de Defesa do Consumidor.

Para compras pela internet, telefone ou catálogo, o Procon reforça o direito de arrependimento no prazo de até sete dias, contados do recebimento do produto ou da assinatura do contrato. O órgão alerta ainda que os preços divulgados correspondem ao período da pesquisa e podem variar por promoções ou mudanças na política comercial das lojas, por isso a recomendação principal permanece: pesquise, compare preços e escolha o produto que melhor atenda às suas necessidades e ao seu orçamento.

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