Aparecida amplia monitoramento da dengue com 248 novas ovitrampas
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Aparecida amplia monitoramento da dengue com 248 novas ovitrampas

A Prefeitura de Aparecida de Goiânia, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), inicia na próxima segunda‑feira (17), às 9h, a instalação de 248 novas ovitrampas para monitorar o Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya. Com a ação, a rede de armadilhas passará de 105 para 353 pontos, ampliando a capacidade de identificar áreas de maior atividade reprodutiva do vetor e orientar ações de controle.

A expansão será executada em mutirão da Vigilância em Saúde Ambiental e alcançará as cinco áreas de trabalho do setor. Agentes de combate às endemias e supervisores serão distribuídos em três equipes responsáveis por instalar 95, 74 e 79 ovitrampas, respectivamente. O trabalho abrangerá bairros como Independência Mansões, Jardim Alto Paraíso, Cidade Vera Cruz, Veiga Jardim, Cidade Satélite São Luiz, Parque Trindade, Jardim Olímpico, Vila Brasília e Jardim Rosa do Sul, entre outros.

A superintendente de Vigilância em Saúde, Hérica Leguizamon, afirma que a ampliação qualifica o planejamento das ações de campo. “Seguimos a determinação do prefeito Leandro Vilela para ampliar as ações de prevenção e fortalecer estratégias cada vez mais rápidas, precisas e eficazes no combate ao Aedes aegypti. A expansão das ovitrampas nos permite conhecer melhor a realidade de cada região e direcionar o trabalho das nossas equipes de forma mais estratégica”, declarou.

As ovitrampas, de implantação simples e baixo custo, permitem detectar a presença do mosquito por meio da coleta de ovos e acompanhar sua atividade reprodutiva ao longo do tempo. Os dados orientam onde concentrar ou intensificar medidas como eliminação de criadouros, nebulização e ações educativas. Desde setembro de 2025, as armadilhas já coletaram mais de 290 mil ovos do Aedes aegypti no município, segundo a Vigilância.

O coordenador da Vigilância em Saúde Ambiental, Edson Fernandes da Silva, reforça que a participação da população é essencial: é preciso eliminar recipientes com água parada, limpar calhas e caixas‑d’água e permitir o acesso dos agentes durante as visitas. A SMS destaca que o monitoramento contínuo, aliado à mobilização comunitária, é fundamental para reduzir o risco de surtos e proteger a população.

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