Prefeitura de Goiânia contribui para fortalecimento do SUS com 400 propostas para 11ª Conferência Estadual de Saúde
A Prefeitura de Goiânia, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) e em parceria com o Conselho Municipal de Saúde (CMS), reuniu cerca de 1,2 mil participantes na 13ª Conferência Municipal de Saúde, onde foram construídas 400 propostas voltadas ao fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS). O encontro reuniu usuários, trabalhadores da saúde, gestores, prestadores de serviços e representantes da sociedade civil e elegeu 195 delegados que representarão o município na 11ª Conferência Estadual de Saúde. As propostas aprovadas na etapa municipal seguirão para as fases estaduais e, posteriormente, para a 18ª Conferência Nacional de Saúde, influenciando planejamento, orçamento e formulação de políticas públicas para os próximos anos.
Com o tema “Saúde, Democracia, Soberania e SUS: Cuidar do Povo é Cuidar do Brasil”, a conferência consolidou debates sobre democracia, direito à saúde, soberania, participação social, redução das desigualdades e impactos das emergências climáticas na saúde pública. Para o secretário municipal de Saúde, Luiz Pellizzer, o evento reforça a importância do diálogo entre quem usa e quem presta serviços no SUS: “As propostas construídas aqui refletem as necessidades da população e contribuem para o aprimoramento das políticas públicas de saúde. Nosso compromisso é transformar as discussões em avanços concretos na assistência e no cuidado.”
A presidente do CMS, Flaviana Barbosa, destacou o papel dos grupos de trabalho na elaboração das propostas que vão alimentar o plano municipal e orientar as reivindicações na etapa estadual: “Nossos delegados vão para a etapa estadual e proporão mudanças para o nosso SUS para os próximos quatro anos. Finalizamos nossa conferência com a apresentação de uma carta, eleição de delegados e apresentação de moções. Assim se faz o SUS com o controle social forte.”
A mobilização em Goiânia reforça o caráter participativo das conferências de saúde, previstas na legislação brasileira como instrumentos de controle social e construção coletiva das diretrizes para uma política de saúde universal, pública, integral e equânime. A participação massiva e as 400 propostas aprovadas representam um aporte significativo para as decisões que definirão prioridades, alocação de recursos e ações estratégicas do SUS no município e no estado.
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